Na pré-história, as roupas eram utilizadas por necessidade de abrigo e proteção. Na antiguidade ainda não existia um conceito de moda, mas as pessoas já usavam as roupas como distinção social. Os materiais utilizados nestas vestimentas eram essencialmente o linho, a lã e seda de várias cores. As mulheres em Roma utilizavam túnicas longas com mangas. As vestimentas íntimas femininas eram feitas de linho e apresentavam uma forma retangular, que se cruzava sobre o peito. O volume e a cor identificavam os grupos sociais.
Período medieval que durou 1000 anos.Iniciou em 476 ate 1453.
Com a queda do Império Romano no ano de 476 a escuridão desceu sobre a Europa.
Todas as atividades culturais definharam.
A única preocupação era a sobrevivência.Seu pior momento de atraso cultural foi durante a alta idade media.
Somente no Século XI com o surgimento das escolas e das universidades e que a idades das trevas começou a ser dissipada.
Na baixa idade media foram construídas catedrais e igrejas magníficas em estilo gótico,assim como castelos e mosteiros.
Foi quando também se destacaram,pintores,poetas,escritores e filósofos.
O iluminismo trouxe a luz párea o mundo acabar com as praticas medievais.
Os cabelos empoados foram banidos, assim como as formas complexas e abusivas. A nova ordem pedia vestidos claros, feitos em sua maioria em algodão. Cinto e fitas logo abaixo do busto marcavam a silhueta. As mangas eram curtas e bufantes no verão e longas e estreitas nas regiões frias. Xales em drapeado grego envolviam as formas femininas.
E o termo para identificar o período da Europa entre fins do Século XII ate meados do Século XIV.
Foi a era da redescoberta e revalorização das referencias culturais da antiguidade clássica.
A primeira região onde a cultura manifestou-se foi a Toscana,na Itália.
A arte antiga atingiu a perfeição e equilíbrio.
Respeito pela pintura e escultura dos grandes Raphael e Leonardo da Vinci (1480).
Os tecidos da época eram caros e elegantes,como brocados,veludos,sedas e rendas.
O peito era discretamente enfatizado e a saia caia com pregas largas e generosas.
Os corpetes quadrados ou circulares eram usados por cima dos vestidos,tipo casaco aberto na frente.
Lenços e leques eram acessórios importantes.
No início do século XIX os habitantes de uma Paris repleta de novos parques e monumentos participaram da retomada do luxo na Era Napoleônica. A classe superior apreciava bons acessórios, como luvas, bolsas, véus de renda, flores artificiais para ornamentar cabelos e saias. As fabricas têxteis de Lyon forneciam os tafetás, veludos e brocados, em substituição aos leves tecidos que eram importados da Índia.
No final do século XIX as novas-ricas queriam demonstrar o seu desejo de revigorar a antiga classe aristocrática. As muitas premières tornaram-se eventos mundanos e estimularam ainda mais a profusão de formas e detalhes da roupa feminina. A confecção era "empetecada", com muitos babados, plissados, franjas e passamanarias. Verifica-se volumes estranhos, como o uso de crinolinas imensas ou do chamado Bustle ou cul de Paris.
No início do século XX a silhueta feminina começou a se modificar, apresentando busto menor e quadris mais estreitos. Artistas, médicos e alfaiates procuraram reformar a roupa feminina para libertar os corpos das armaduras de barbatanas, corsets, e acabar com golas altas e as caudas. A Silhueta reta feminina simplificou-se de tal modo que se assemelhava a um tubo. Os vestidos encurtaram e a cintura baixou até os quadris. Xales ou lenços com franjas de seda cobriam os decotes profundos nas costas dos vestidos de festa.
Nos anos 50, inúmeras tendências surgiram, sempre no sentido de manter o predomínio parisiense na alta-costura. As linhas A, H e Y se sucederam em ritmo rápido. Uma moda jovem começou a vigorar no final dos anos 50, com calcas cigarretes, sapatilhas de bale e suéteres. Com os filmes sobre rebeldia, os blue jeans foram divulgados no mundo inteiro.
No ritmo do twist, os vestidos curtos e a minissaia entraram no circuito fashion, assim como, no final da década, os hippies apareceram com um novo jeito de trajar saias e acessórios. Fibras sintéticas ficaram cada vez mais leves e resistentes, melhoraram a qualidade da confecção. Na briga das saias longas e minis, nasce o comprimento midi, muito usado com botas.
A volta à natureza, a preocupação com a saúde e um estilo de vida mais simples fizeram com que grandes estilistas propuseram trajes amplos e confortáveis, como a pantalona e a boca de sino. Os tecidos eram muito leves e as estampas eram muitas vezes florais ou com tingimentos tie dye. No final da década, os comprimentos oscilavam entre o mini, o maxi e o midi.
Os anos 80 se revelam extravagantes, tanto nas grandes ombreiras, que dominaram a década, como o uso de brilhos em tecidos como o lurex. O jeans passa a ser valorizado por griffes famosas e o uso de elastano nas peças valorizava as curvas femininas. A inspiração vem também do esporte e a roupa esportiva é usada no cotidiano, juntamente com as leggings, os collants e as bermudas estilo ciclista.
O estilo minimalista é a tônica da moda que tentava limpar a moda dos excessos dos anos 80. Voltam os trajes básicos do dia-a-dia propostos principalmente pela indústria americana. O uso do preto, em transparência ou rebordados se torna quase obrigatório para as festas noturnas.
O início do século XXI e complexo, trazendo a moda como uma interpretação pessoal e como releitura de épocas passadas. O tudo-junto-misturado estabelece o modo como pessoas das gerações atuais refletem seu jeito de ver o mundo.